Nova York - Lower Manhattan e Seaport


14/11/2011

Hoje o dia foi no sul da ilha de Manhattan, Lower Manhattan e Seaport.

Pegamos o metrô até a estação E - World Trade Center, descemos na Church Street e fomos andando até a Liberty Street, onde fica a entrada do Tribute WTC Visitor Center, um centro de visitação que homenageia as vítimas, os sobreviventes e todos que se esforçaram para fazer os resgastes.
Na hora de comprar o ingresso você escolhe se quer fazer a visita apenas ao centro de visitações ou se quer também fazer o passeio a pé com guia. O centro de visitação é como um museu, em um espaço fechado e o passeio a pé com guia é do lado de fora, ao ar livre, passando pela construção do novo complexo de prédios, onde ficavam as torres gêmeas.

O lugar é pequeno, mas transborda emoção!! Fotos, vídeos, depoimentos... famílias contando como perderam seus pais, filhos, maridos, esposas... soldados que deram a vida para resgatar alguém... pessoas inocentes que pagaram caro. É impossível não se emocionar ao ver tantos heróis e tantas vítimas!


                                                           Tribute WTC Visitor Center

Ao sair do memorial seguimos em direção ao Battery Park City, um parque que fica bem na margem com o Rio Hudson e de longe já se avista a Estátua da Liberdade. Andamos na direção Sul, até chegar onde pega o ferryboat para a Ilha Liberty (onde fica a Estátua da Liberdade) e Ilha Ellis.
  

                                                                      Battery Park City

Compramos o nosso ingresso para a Estátua da Liberdade antes de viajar pelo CityPASS. Custa U$ 89 por pessoa e dá direito a entrar em 6 lugares. Vale muito a pena se for em pelo menos 5 dos lugares, basta comprar pelo site acima, imprimir o voucher e trocar pelos passaportes no primeiro dos 6 lugares que for. Trocamos o nosso no guichê e fomos para a fila para entrar no ferryboat.
No ferry vale a pena sentar no andar de cima que é aberto e dá uma vista linda para Manhattan e para a Estátua.


                                                                         No ferryboat

A primeira parada do ferryboat é a Ilha Liberty, onde fica a Estátua da Liberdade. Ali é possível dar a volta na estátua, visitar o Museu, subir no pedestal (se o seu ingresso der acesso ou pagar uma taxa extra na hora), visitar a lojinha e comer.
A estátua foi presente da França e foi idealizada pelo escultor Frédéric-Auguste. A tocha original, corroída pelo tempo foi trocada em 1986 por uma folheada a ouro, e hoje permanece no museu da estátua.  


                                                                       Estátua da Liberdade

 
                                                                         O outono...


Depois de voltar pro ferryboat a próxima parada é na Ilha Ellis, a ilha que funcionava como centro de recepção dos imigrantes de 1892 até 1954. O local hoje é um Museu que conta a história da imigração com fotos, vozes de imigrantes reais e banco de dados eletrônicos. Acabamos não descendo nessa ilha pois o tempo já estava apertado.
Voltando para Manhattan, descemos do ferryboat e continuamos andando no Battery Park em direção à State Street. Subimos a State Street até a Bowling Green, onde fica US Custom House, um edifício de granito lindo! O US Customs Service (alfândega) não está mais no local, só restou um tribunal de falências, e em 1994 a casa começou a alojar em três andares uma divisão do Smithsonian National Museum of the American Indian. Não entramos para conhecer, mas só de olhar por fora já vale a pena, o prédio é fantástico! Quatro estátuas de Daniel Chester French que ficam na frente retratam os quatro continentes: Ásia contemplativa, América olhando para frente, Europa cercada de símbolos de glórias do passado e África ainda adormecida.


                                                                    US Custom House

Continuando na State Street ao norte ela vira a Broadway Street e logo a frente fica o Charging Bull, um touro de bronze mascote de Wall Street. Antes ele ficava em Wall Street, na frente da Bolsa de Valores, mas por atrapalhar o tráfego ele foi levado para esse lugar na Broadway. Di Moca criou essa escultura após a queda da bolsa de 1987 para simbolizar a força, poder e esperança do povo americano para o futuro.



                                                                          Charging Bull


Continuamos subindo a Broadway até chegar em Wall Street na frente da Trinity Church, uma igreja gótica com um cemitério onde estão nova-iorquinos famosos dos primeiros tempos.
Wall Street é uma rua curta, mas com pontos importantes, e os prédios a volta formam o distrito financeiro.  O ponto mais procurado da rua é a New York Stock Exchange, a Bolsa de Valores. Não é possível chegar perto dela, há policiais em volta e grades proibindo a passagem, e só podemos chegar até as grades. A participação lá dentro é restrita e os negociantes podem comprar licenças de um ano.


                                                            Bolsa de Valores por uma esquina


                                                      Bolsa de Valores pela outra esquina


Na esquina da Wall Street com a Nassau Street está o Federal Hall, e nos seus degraus há uma estátua de bronze de George Washington marcando o lugar da posse do primeiro presidente do país em 1789. A estrutura do Federal Hall foi erguida para abrigar a alfândega dos EUA.
Entramos na Nassau Street e seguimos ao norte até chegar na John Street, passando no trajeto pelo Equitable Building, Marine Midland Bank, Chase Manhattan Bank and Plaza e o Federal Reserve Bank, todos prédios grandes e imponentes representando o centro financeiro.

Na John Street entramos à esquerda para comer no Les Halles, que fica entre a Broadway e a Nassau. O Les Halles ficou famoso pelo chef Anthony Bourdain e é uma brasserie bem ao estilo parisiense com grande parte do cardápio sendo carnes grelhadas. Não achamos nada demais... apenas carne com batata frita e a carne não estava tão saborosa.

Voltamos pela John Street até chegar na Water Street, ali viramos à esquerda em direção à Fulton Street, pegamos a Fulton Street à direita e ali já estávamos na região do porto e ficamos andando pela Front Street, South Street, e fomos até o Seaport, no Píer 17, onde tem três andares de lojas, restaurantes e cafés. Ali há navios históricos ancorados, tudo é muito bonito.

Dando a volta no píer se tem uma vista perfeita da Ponte do Brooklyn. Chegamos meio tarde e já estava começando a escurecer, então aproveitamos pouco tempo ali, mas em compensação vimos um céu lindo ao pôr do sol.


                                                                    Ponte do Brooklyn


                                                                              Píer 17

Saímos do píer e fomos no balcão da TKTS tentar comprar ingresso pra algum espetáculo da Broadway.
A TKTS é uma instituição sem fins lucrativos que vende ingressos para os espetáculos da Broadway com descontos de até 50%, mas ela só vende ingressos para os espetáculos do mesmo dia ou para a matinê do dia seguinte.
Ali no Seaport tem uma na esquina da Front com a John Street que abre de segunda à sábado das 10 às 18h e domingo das 11 às 16h.
Há também TKTS na Times Square embaixo das escadas vermelhas e no centro do Brooklyn. Para informações sobre os horários nos outros lugares: TKTS

Não achamos desconto em nenhum espetáculo que queríamos ver, então fomos andando até a estação de metrô Fulton Street que fica na Fulton Street com a William Street.


Pegamos o metrô até a estação Times Square - 42 St, e fomos no Museu de Cera Madame Tussauds, que fica na W 42nd Street, entre a 7th e a 8th Avenue. Ele fica aberto até 22h, então deu tempo tranquilo para irmos. Pagamos U$ 36,00 para cada um.
O Museu é bem legal, tem vários ambientes com celebridades de cera, algumas não parecem muito mas outras são perfeitas!! Tem também cinema em 4D e loja com guloseimas. Levamos bastante tempo para ver tudo e saímos quando já tinha fechado.





                                                                  Madame Tussauds

Depois disso já estávamos acabados! Então pegamos o metrô de novo até a Columbus Circle e voltamos para o hotel

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